Origem do LIMPADOR INTERMITENTE DE PARA-BRISA

Posted in Origens with tags , , , on janeiro 10, 2010 by X-Tudo!

As vezes, a origem da mais simples tecnologia não é lembrada exatamente pela engenhosidade da imaginação do inventor, mas pelas infidáveis disputas jurídicas ligadas a ela. Nos anais de famosos litígios de patentes, o limpador intermitente de para-brisa ocupa o primeiro lugar. A criação, aparentemente acidental, dessa comodidade útil do automóvel moderno atraiu até roteiristas de Hollywood em busca de uma nova interpretação de Davi versus Golias. O resultado foi o filme Flash of Genius, lançado em 2008.

A história gira em torno de um brilhante professor universitário chamado Robert Kearns. De acordo com as versões mais citadas, Kearns quase teria sido cegado por uma rolha de champanha na noite de seu casamento, em 1953. Mais tarde, sentiu que o monótono movimento sincronizado dos limpadores de para-brisa irritava sua reduzida acuidade visual.

Em 1963, Kearns utilizou componentes eletrônicos prontos para projetar palhetas que limpassem a superfície do vidro uma vez e depois pausassem. O engenheiro demonstrou o invento à Ford e acabou por revelar detalhes sobre seu funcionamento. O fabricante de automóveis decidiu não comprar os limpadores e desenvolveu seu próprio mecanismo.

Treze anos depois, em 1976, Kearns demonstrou um sistema de limpadores comerciais e descobriu que a Ford, aparentemente, havia adotado o seu desenho. Imediatamente, o engenheiro sofreu um colapso nervoso e, uma vez recuperado, iniciou uma batalha jurídica por indenização, que se arrastou até a década de 90, contra as principais companhias automotivas do mundo. Por fim, dois júris concluíram que tanto a Ford como também a Chrysler haviam infringindo as patente de Kearns e determinaram o ressarcimento de 30 milhões de dólares.

Críticos ressalvam, porém, que a tecnologia criada pelo engenheiro violou um critério fundamental do que é patenteável – que um invento não pode ser “óbvio” para alguém com habilidade de fabricar artefato semelhante ao que está sendo patenteado. Um temporizador eletrônico (essência daquela invenção) foi, no mínimo, óbvio, segundo argumentou a Ford. Ainda assim, Kearns prevaleceu nesses dois casos e, para os pequenos inventores, ele será eternamente um herói.

Trailer de Flash of Genius:

Origem do OLHO

Posted in Origens with tags , , , on janeiro 9, 2010 by X-Tudo!

Um dos argumentos favoritos dos criacionistas é que um aparato tão intricado como o olho (com uma íris que regula a luz, uma lente focalizadora, uma retina estratificada de células fotossensitivas, e assim por diante) não poderia resultar da evolução darwiniana. Como mutações aleatórias criariam e agrupariam, instantâneamente, partes que não teriam uma finalidade independente?  “De que adiantava meio olho?”, zombam os criacionistas, insistindo que, à primeira vista, o órgão é uma prova cabal da existência de Deus.

De fato, até Charles Darwin admitiu em sua obra A origem das espécies que o olho parecia constituir uma oposição a sua teoria. Mas, ao analisarem registros fósseis, estágios de desenvolvimento embrionário e os diversos tipos de olhos existentes em animais, biólogos pró-Darwin delinearam etapas evolucionárias progressivas, que podem ter levado o órgão a sua complexidade atual.

A estrutura básica do olho humano é similar em todos os vertebrados, até em lampreias, cujos ancestrais se afastaram dos nossos a cerca de 500 milhões de anos. Conclui-se, portanto, que naquela época todos os aspectos essenciais desse órgão provavelmente já existiam, argumenta Trevor Lamb, da Australian National University. Contudo, os parentes mais próximos dos vertebrados, as escorregadias mixinas, ou peixes-bruxa (animais com crânio cartilaginoso, mas sem outros ossos), têm apenas olhos rudimentares.

Portanto, conforme Lamb, é possível que nosso órgão visual tenha evoluído depois de nossa linhagem se separar dos peixes-bruxa, há uns 550 milhões de anos. Animais mais antigos podem ter tido placas de células fotossensíveis em seu cérebro, para diferenciar a luz do escuro, a noite do dia. Mas, se essas placas se readaptaram e formaram estruturas parecidas com bolsas, como nas mixinas, eles teriam sido capazes de distinguir a direção de onde vinha a fonte de luz. Outros pequenos aprimoramentos possibilitaram a visualização de imagens grosseiras, como fazem os olhos de câmaras escuras, dotados de um minúsculo orifício para entrada de luz, e do náutilo, um molusco antigo. Posteriormente, as lentes poderiam ter-se originado de camadas espessas de pele transparente. O segredo é que, a cada estágio, o olho “incompleto” ofereceu vantagens de sobrevivência sobre seus antecedentes.

Biólogos calcularam que todas essas mudanças podem ter ocorrido em apenas 100 mil gerações, o que, em termos geológicos, equivale a um piscar de olhos. Uma evolução acelerada como essa talvez fosse necessária, porque muios invertebrados estavam desenvolvendo tipos próprios de olhos. “Houve um verdadeira corrida armamentista”, compara Lamb. “Assim que alguém tivesse olhos e começasse a te devorar, tornou-se importante conseguir escapar.”

Origem dos CLIPES PARA PAPEL

Posted in Origens with tags , , , on janeiro 8, 2010 by X-Tudo!

As pessoas prendem folhas de papel mais ou menos continuamente desde que os chineses inventaram o objeto no século 1 ou 2 antes de d.C. De acordo com o EarlyOffice Museum, porém, o primeiro clipe de arame dobrado só foi patenteado em 1867, por Samuel B. Fay. Sua forma consagrada como o ícone que conhecemos hoje surgiu somente por volta de 1892 e nunca foi patenteada.

Henry Petroski, especialista em história da tecnologia, escreveu que seu desenvolvimento teve que esperar a disponibilidade do arame adequado, bem como as máquinas capazes de dobrar o arame suficientemente rápido, para que uma caixa de clipes pudesse ser vendida por alguns centavos.

Os clipes para papel, bem como as máquinas que os produziam, são contemporâneos das presilhas. Funcionários de escritórios no início do século 19 mantinham os papéis presos com grossos prendedores na forma de T, que ainda são anunciados em catálogos para material de escritório. As máquinas para produzir clipes da era vitoriana já tinham resolvido o problema da produção em larga escala para baratear o custo. Adaptar as características da máquina para dobrar o arame na forma correta foi uma tarefa relativamente fácil, que permitiu aos criativos modeladores de arame sonharem com alto faturamento.

Os clipes atuais moldados em plástico, clipes de arame revestidos de plástico colorido e até folhas semicirculares de alumínio que dobram os cantos superiores dos papeis chegaram ao mercado para ficar, e você ainda pode comprar prendedores tipo T, clipes com aba de pressão, prendedores para notas. Considerados como um todo, são uma poderosa opção de negócios, além dos clipes tradicionais.

Mas antes que você proponha a algum fabricante um projeto de novo desenho de clipe mais aprimorado, é bom saber que esse tipo de clipe pode raspar ou rasgar o papel, enganchar em outros da sua espécie dentro da caixa e, se muito forçado, pode escapar e soltar os papéis que deveria prender. A principal fornecedora de clipes dos EUA, a Gem Office Products, revelou que recebia pelo menos dez cartas por mês sugerindo modelos alternativos. Para muitos, a Gem é sinônimo de clipe para papel, pois se firmou no mercado como a maior empresa do ramo.


Fonte: Peter Brown – The Early Office Museum

Imagens de CENCI GOEPEL e JENS WARNECKE

Posted in Imagens with tags , , , on janeiro 8, 2010 by X-Tudo!

Virando, mexendo, vasculhando e procurando algumas coisas interessantes na internet, mais uma vez encontrei um trabalho de um artista que podemos chamar de “brilhante”, não somente pela beleza de suas fotografias, mas por acrescentar as mesmas um efeito que achei magnífico, a luz na noite.

A fusão de Cenci Goepel (pintor) com Jens Warneck (cineasta) originou essa beleza de trabalho.

Imagens:


Origem do PAPEL MOEDA

Posted in Origens with tags , , , on janeiro 8, 2010 by X-Tudo!

A culpa é do dinheiro de papel! O desenvolvimento de notas de papel, na China, há mais de mil anos, acelerou o acúmulo de riquezas, a geração de déficits e as bolhas de crédito, abrindo caminho para a atual crise financeira!

Quando os mercadores chineses começaram a usar o dinheiro de papel na dinastia Tang (que se estendeu de 618 a 907 d.C), mal podiam prever essas dificuldades. Na época, a introdução de cédulas de papel, que podiam ser trocadas por moedas ao fim de uma longa jornada, foi muito vantajosa. O papel diminuía a carga dos comerciantes, permitindo que transportassem grandes quantias de dinheiro a distâncias consideráveis.

A prática assumiu proporções nacionais no século 10, quando um corte no fornecimento de cobre obrigou o imperador da dinastia Song a colocar imediatamente em circulação as primeiras cédulas do mundo. Uma série de invenções chinesas anteriores (o próprio papel, tinta e artes gráficas) contribuiu para isso.

Quando Marco Polo visitou o império mongol, nos anos 1200, ficou impressionado com as sofisticadas moedas cunhadas de Kublai Khan,associadas  a uma economia aparentemente em expansão. Mais tarde, a circulação da moeda permitiu aos países europeus canalizarem recursos para fora da Ásia e África, alterando basicamente o equilíbrio global do poder.


The Time Traveler’s Wife – Te Amarei Para Sempre (2009)

Posted in Filmes - Críticas with tags , , , on outubro 28, 2009 by X-Tudo!

Cartaz

Dados Técnicos:

País de Origem : The EUA

Ano de Lançamento: 2009

Gênero: Romance

Direção: Robert Schwentke

Elenco: Eric Bana – Henry DeTamble

Rachel McAdams – Clare Abshire

Michelle Nolden – Annette DeTamble

Brooklynn Proulx – Clare at Six and Eight

Alex Ferris – Henry at Six

Tatum McCann – Alba at Four and Five

Hailey McCann – Alba at Nine and Ten

Arliss Howard – Richard DeTamble

Ron Livingston – Gomez

Jane McLean – Charisse

Stephen Tobolowsky – Dr. David Kendrick

Christina Orjalo – Rosa

Sinopse: Henry DeTamble (Eric Bana) sofre de uma rara modificação genética, que o faz viajar pelo tempo involuntariamente. Numa de suas viagens, ele conhece a pequena Clare (Rachel McAdams), que se apaixona por ele imediatamente. Ano após ano, ela espera sempre no mesmo lugar que este estranho viajante retorne. Até que os dois, finalmente, se encontram e a paixão começa. Porém, o curso da vida de Clare é normal e, quando ela menos espera, seu grande amor desaparece, sem data para retornar. Como poderia um romance suportar a estas idas e vindas?

Antes de tudo quero deixar bem claro que Te Amarei Para Sempre além de ser classificado como um romance baseado na obra de Audrey Niffenegger, é também uma ficção, pois já foi provado, cientificamente, que (ainda) é impossível viajar no tempo. A maior prova disto é que ninguém veio do futuro para provar que viajou no tempo.

Apesar de viagens no temporais ainda ser um um avanço científico que ainda não somos capazes de realizá-lo, trabalhos científicos, artigos, livros,  filmes, séries e animes que abordam este tema me atraem. Não seria diferente com Te Amarei Para Sempre.

A forma como a viagem temporal nos é mostrada no filme é bem diferente das que eu já tinha visto. Henry DeTamble viaja no tempo, de maneira aleatória, devido a uma anomalia genética que o permite realizar tal proeza. Ele descobre que é capaz de fazer isto desde os 6 anos de idade, quando é vítima de um acidente de carro que tem como vítima fatal Annette DeTamble, sua mãe.

Mesmo viajando de forma aleatória, sem saber quando vai acontecer, sem saber para qual data ele vai retornar e sem saber em qual local ele vai parar, Henry é sempre levado à locais que marcaram sua vida de alguma forma. Em umas de suas viagens ele conhece Clare, uma bela criança que se apaixona por ele e alimenta esse amor até chegar a idade adulta, acreditando que Henry, além de ser o homem perfeito, é o amor de sua vida.

Te Amarei Para Sempre é um filme light. Ele consegue atrair um público que gosta de viagens temporais e um público que gosta de romance, mas peca ao tratar os dois assuntos de maneira natural demais e um pouco superficial. O filme consegue agradar por unir os dois temas e desagradar por ser um pouco confuso e não trabalhar tais temas de maneira um pouco mais envolvente.

Quem é fã de paradoxos temporais como o famoso “paradoxo do avô”, em que se argumenta a possibilidade, ou a impossibilidade, de voltar no tempo e matar seu avô podendo assim afetar sua própria existência; de teorias filosóficas sobre o livre-arbítrio e predestinação; de teorias que retratam o dilema de você ser, ou não, capaz de mudar o passado para possuir um futuro diferente, onde entra também a teoria do “o que aconteceu, aconteceu”; vai se decepcionar com o filme, pois estes assuntos são pouco mencionados (cerca de uma ou duas frases) e de nenhuma forma discutidos. Agora você deve pensar: Como pode ser feito um filme sobre viagens temporais e não ser discutido esses temas!?!? A resposta é: o tema foi encarado com tanta naturalidade que não se prenderam a detalhes.

Quem é fã de romance vai gostar um pouco mais porque como uma boa história de romance, o filme apresenta personagens que terão um relacionamento com altos e baixos como casamento, perca de um filho, conflitos gerados pelas viagens no tempo, por intromissões familiares, de amigos, dentre outras. Mas vai se decepcionar um pouco com uma certa apatia ou pouco envolvimento entre os dois protagonistas. Gosto dos protagonistas, mas acho que faltou um pouco de química na atuação e no relacionamento dos dois.

É um filme que eu classifico como “sessão da tarde”, light, não atrai um grande público, mas que dá para assistir sem reclamar muito. Bonzinho. As meninas, principalmente as fãs de Eric Bana, vão gostar do filme, vão achar LINDO. rsrsrs

Imagens:

Trailer:

Inglorious Basterds – Bastardos Inglórios (2009)

Posted in Filmes - Críticas with tags , , , on outubro 17, 2009 by X-Tudo!

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Dados Técnicos:

– País de Origem: The USA; Alemanha

– Ano de Lançamento: 2009

– Gênero: Ação; Guerra

– Direção: Quentin Tarantino

Elenco: Brad Pitt – Aldo Raine (O Apache)

Eli Roth – Sgt. Donny Donowitz (O Urso Judeu)

Christoph Waltz – Col. Hans Landa

Mélanie Laurent – Shosanna Dreyfus

Diane Kruger – Bridget von Hammersmark

Daniel Bruhl – Pvt Fredrick Zoller

Michael Fessbender – Lt. Archie Hicox

Til Schweiger – Sgt. Hugo Stiglitz

August Diehl – Major Dieter Hellstrom

Denis Menochet – Perrier LaPadite

Gedeon Burkhard – Cpl. Wilhelm Wicki

B.J. Novak – Pfc. Smithson Utivich (O Pequeno)

Samm Levine – PFC Gerold Hirschberg

Soenke Mohring – Walter Frazer

Michael Bacall – PFC Michael Zimmerman

Omar Doom – Pfc. Omar Ulmer

Mike Myers – General Ed Fenech

Martin Wuttke – Adolf Hitler

Jacky Ido – Marcel

– Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, grupo de soldados americanos judeus é conhecido como “The Basterds” (os bastardos). São eles os responsáveis por espalhar o medo e o terror no Terceiro Reich, escalpelar e assassinar brutalmente os nazistas. É nesse ambiente que eles cruzam o caminho de uma jovem judia que tem um cinema em Paris e é alvo dos soldados.

O filme se passa durante a Segunda Guerra Mundial, mais precisamente em 1944, com uma França tomada por nazistas caçadores de judeus. Os nazistas foram muito bem representados através da SS ou Runic "SS", uma organização paramilitar que utilizava terror junto aos inimigos dos nazistas por meio da surra, tortura e do assassinato. Era considerada uma tropa de elite alemã.

Bastardos Inglórios é o filme mais maduro de Quentin Tarantino, diretor conhecido por gostar de muito sangue sendo derramado, basta relacioná-lo aos filmes Kill Bill: Vol.1 (2003) e Kill Bill: Vol. 2 (2004) que todos haverão de concordar comigo. Apesar de serem filmes violentos, eles priorizam diálogos marcantes e não deixam de ser engraçados, muito engraçados!

Quando fui ao cinema assistir Bastardos Inglórios, conhecendo a fama de Tarantino, me preparei para ver cabeças rolando, mas não vi uma sequer, quer dizer, vi apenas os escalpos (nome científico de Couro Cabeludo) de nazistas sendo retirados de suas cabeças pelos Bastardos!!

Agora vocês devem se perguntar: Por que escapelar os nazistas!? Quem são os Bastardos!?

Bem, os Bastardos são um grupo de americanos (Sgt. Donny Donowitz, Pfc. Omar Ulmer, Pfc. Smithson Utivich, Sgt. Donny Donowitz, dentre outros.) liderados por nada mais, nada menos, do que Brad Pitt, interpretando Aldo Raine, mais conhecido por Apache, por descendente de uma linhagem de índios. Índios de olhos azuis!? Também achei este detalhe estranho, mas nada que venha estragar o filme.

Os Bastardos têm como função exterminar nazistas, sem piedade, escapelando-os. O ato de escapelar inimigos surgiu na américa quando alguns caçadores de índios e mexicanos praticavam tal perversidade para comprovar ao estado da Pensilvania que haviam matado um índio afim de receber uma recompensa. Mais tarde foram os índios que adotaram tal atividade, mas não em troca de recompensa, apenas para causar espanto. Esta técnica foi mais difundida pelos índios apaches, notadamente violentos na arte de guerriar. Não é de se estranhar que Aldo Raine, é mais conhecido como o Apache, pois ele quer 100 escalpos de nazistas para cada membro dos Bastardos (contei um total de 8 membros = 800 nazistas em couro cabeludo).

Durante o filme nós podemos observar uma bipolarização, de um lado estão os nazistas da SS, caçadores de judeus, liderada por Col. Hans Landa (Christoph Waltz merece um Óscar pela atuação no mínimo, brilhante) e do outro estão os Bastardos, norte-americanos que estão na França à caça de nazistas, liderados por Aldo Raine. No meio desse conflito surge Shosanna Dreyfus (a linda Mélanie Laurent) que quer vingar a morte de sua família judia. Shosanna Dreyfus possui um cinema em Paris que irá exibir, ironicamente e contra sua vontade, um filme que exalta os nazismo e que será assistido pela mais alta classe alemã.

As cenas de violência são muito fortes, mas não foi o mais marcante para mim. O que mais me chamou a atenção foram os diálogos riquíssimos em ironias, e as cenas de humor. Pago todos os meus centavos mais uma vez  para rever Brad Pitt falando italiano com um sotoque norte-americano sulista, para ver a cara de sádico do Urso Judeu, a cara sempre amarrada do Sgt. Hugo Stiglitz, a bela Mélanie Laurent e a impagável e excelente interpretação de Christoph Waltz!

É um filme para ser aplaudido de pé!

Imagens:

Trailler: